Área de atuação · Direito civil

Direito civil: contratos, cobranças e reparação de danos

A pergunta que mais recebemos nessa área é se determinada situação “dá dano moral”. A resposta honesta costuma frustrar: aborrecimento do dia a dia não dá, e dizer isso antes é mais útil do que ajuizar uma ação destinada à improcedência. Quando há caso, ele se sustenta em lesão a um direito da personalidade — e aí analisamos contrato, cobrança, dívida, dano ou questão patrimonial e apontamos o caminho mais curto.

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Nosso ponto de vista

Como vemos essa questão

O que analisamos

  • Contrato descumprido
  • Cobrança indevida e dívida a discutir
  • Prejuízo causado por outra pessoa ou empresa
  • Questões de imóvel e de patrimônio
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Direito civil é o que sobra do dia a dia: contrato descumprido, cobrança que não devia existir, dívida a discutir, prejuízo causado por outra pessoa ou empresa, questão de imóvel e de patrimônio. É a área com o maior volume de expectativa mal formada, e por isso começamos por ela.

Duas confusões atravessam quase toda consulta. A primeira é imaginar que exista tabela de indenização. Não existe. Os tribunais trabalham em duas etapas — primeiro o parâmetro dos casos semelhantes, depois as circunstâncias concretas — e qualquer número prometido antes da análise é chute vestido de técnica. A segunda é supor que todo descumprimento de contrato gera dano moral. Não gera: inadimplemento, isoladamente, é matéria de dano material, e o que desloca a discussão para o campo moral é a repercussão sobre a dignidade, a honra ou o nome de alguém.

O que decide essas causas não é a gravidade do relato. É o que se consegue demonstrar. Essa é a diferença entre uma versão e um fato, e é ela que define qual pedido tem chance real de ser acolhido. Preferimos tratar disso na primeira conversa, ainda que a conversa fique menos agradável.

Por isso também discordamos da ideia de que tudo precisa virar processo. Muita coisa se resolve com uma notificação extrajudicial, em semanas, a um custo baixo e sem desgaste. Outras exigem ação de cobrança, reparação de danos ou medida de urgência para impedir um prejuízo maior enquanto o processo corre. O caminho mais curto nem sempre é o judicial, e não temos interesse em fingir que é.

Há, por fim, o prazo — e ele é impiedoso. Cada pretensão tem um tempo próprio para ser exercida, e deixá-lo correr faz o direito se perder mesmo quando a razão está inteira do lado de quem esperou. É a primeira coisa que verificamos, porque é ela que decide se ainda existe caso.

Perguntas frequentes

Perguntas que mais recebemos

Respostas diretas, com a base legal nomeada. Nenhuma delas substitui a análise do seu caso.

Isso dá dano moral ou é só aborrecimento?

É a pergunta que mais recebemos, e a resposta honesta costuma frustrar: aborrecimento do dia a dia não configura dano moral. O que desloca a discussão para esse campo é a lesão a um direito da personalidade — honra, nome, integridade psíquica. Dizemos isso na primeira conversa, ainda que a conversa fique menos agradável.

Existe valor tabelado de indenização?

Não existe, e qualquer número prometido antes da análise é chute vestido de técnica. Os tribunais trabalham em duas etapas: primeiro o parâmetro dos casos semelhantes, depois as circunstâncias concretas. Advogado que abre a conversa com um valor está vendendo expectativa, não serviço.

Vale a pena tentar acordo antes de processar?

Na maior parte dos casos vale, e não temos interesse em fingir que tudo precisa virar processo. Muita coisa se resolve com uma notificação extrajudicial, em semanas, a um custo baixo e sem desgaste. A tentativa não impede a ação se não houver entendimento — e o caminho mais curto nem sempre é o judicial.

Método

Como conduzimos o seu caso

Quatro etapas, sempre as mesmas. Você sabe o que acontece em cada uma antes de decidir qualquer coisa.

Etapa 01

Primeira conversa

Você conta o que aconteceu pelo WhatsApp, com as suas palavras. Sem formulário longo e sem juridiquês.

Etapa 02

Leitura por um advogado

Um advogado analisa a situação e diz, com franqueza, se há caso e qual é o cenário — inclusive quando entendemos que o caminho não vale a pena.

Etapa 03

Caminho e próximos passos

Explicamos as providências que a lei prevê, o que é extrajudicial e o que é judicial, e o que acontece depois de cada etapa. Você decide com clareza.

Etapa 04

Acompanhamento

Reunião por vídeo quando necessário e atualizações pelo WhatsApp. Você fala com quem cuida do seu caso e ninguém fica sem notícia do próprio processo.

Próximo passo

Fale com nossa equipe e entenda o caminho mais curto para o seu caso.

Conte o que aconteceu, com as suas palavras. Um advogado lê e diz, com franqueza, se há caso e qual é o cenário.

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